7 de nov de 2015

Prá Responder Sem Pressa...


Vamos lá, responda se puder: 

Somos o que nascemos ou
nos tornamos o que acreditamos ser?

Vá pensando...enquanto se contagia com esse sorriso maravilhoso da Julia Roberts.

Ótimo Final de Semana!


10 comentários:

  1. Lindo sorriso dela e ao questionamento muito bom! bjs, ótimo fds! chica

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  2. Nascemos e vamos nos construindo nas interações, com o meio, a cultura, somos o que lemos, o que comemos, uma infinidade de artes, música apreciações, somos um mundo.

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  3. Bela imagem de uma mulher maravilhosa!
    O que nascemos dificilmente somos, mas podemos optar no que nos tornar,
    a partir do que fazemos, com o que fazem conosco.
    É tudo uma questão de escolha!
    Obrigada Dra. Cristiane, tenha um excelente domingo, abraços carinhosos
    Maria Teresa

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  4. Olá, querida Cristiane!

    Tinhas saudades de você! Espero e quero que esteja tudo bem contigo. Pm você. Por aqui, tudo rolando.

    Ora vamos conversar em círculo! Querida, eu até que era boa aluna a Psicologia e Filosofia, mas você me apanhou, assim, meia "descalça" de pensamento com essas perguntas.

    Estou me lembrando, agora, do Iluminista Jean-Jacques Rousseau e de sua célebre teoria: o Homem nasce naturalmente bom. Depois é a sociedade k o estraga e o corrompe. Pensando, desse jeito, até que posso partilhar da opinião dele, mas eu acho que há, em muitos casos, uma mistura das tuas duas questões.

    Pessoas existem que nascem e morrem, do mesmo jeito. Viveram em sociedade, desempenharam seus papéis, mas a essência se manteve. Outras, a maioria, e influenciadas, no bom e no mau sentido, pela sociedade, se tornam naquilo que acreditam ser, mas nada nos garante que elas sejam, intrinsecamente. Elas se sentem como sendo isso ou aquilo, mas quem está por fora, vê que elas não são nada daquilo que pensam ser.

    Se te falar de mim, eu sou soma do meu nascimento, com minhas características, local onde nasci, usos e costumes, educação, ambiente familiar e com as influências k a sociedade tem exercido, naturalmente, sobre
    mim. Sou, por natureza, calma, serena e introvertida, com consciência, e qdo, propositadamente desejo sair desse padrão, fico mal na "fotografia". Entendes, Cristiane?
    Os outros, os k me observam e k me conhecem há muito, dizem que mantenho a mesma atuação desde criança, embora agora, como adulta, eu tenha reações próprias dessa faixa etária, mas sem exageros.

    Portanto, eu não mudo pra agradar a "A" ou a "B", eu sou o que sou, embora saiba ser "atriz", "modeladora e ouvinte de almas", qdo necessário, pke não me agrada molestar ninguém, propositadamente. Todavia, qdo me molestam, a forte e feio, não costumo reagir, de imediato, espero algum tempo, mas depois digo tudo, tudo, assim, olhos nos olhos, tim tim por tim, e acho k o outro fica desarmado, pke a "lava do vulcão" dele/a já se libertou e a minha está se libertando, mas com doseamento.

    Resumindo: nós podemos ser a 1ªdas tuas questões, a 2ª, em boa maioria ou uma misto de ambas. Cada caso é um caso e cada pessoa um mundo diferente.

    Bom domingo!

    Beijos e um carinhoso abraço.

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  5. Penso que quando nascemos trazemos algo só nosso em nossa essência, mas que tudo o que acreditamos e sentimos,vão moldando nossa forma de ser,interagir e ver o mundo.
    Esse sorriso é mesmo contagiante.
    Um abraço, Sônia.

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  6. Olá Cris:
    Meu 1° pensamento foi que somos uma mistura dessas 2 opções.
    Depois, analisando mais a fundo a 2ª possibilidade, creio que existe uma diferença entre o que acreditamos ser e o que somos de verdade, afinal existe divergência entre o real e o ideal (aquilo que imaginamos e gostaríamos que fosse).
    Portanto, nascemos de um jeito e com nossas interações sociais, vamos nos adaptando e transformando nosso mundo interior.
    Bjokas.:
    Sil

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  7. Oi Cris,
    Acho que somos uma mistura de tudo isto, as dosagens e que variam.
    Bjs

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  8. Olá Cristiane,

    Li a postagem ontem e fiquei pensando, acho que sou um pouco dos dois e que minha transformação ainda não se completou, nem sei se um dia poderei dizer, com plenitude, que sou o que acredito. Por enquanto sei o que gostaria de ser e vou tentando viver o mais próximo deste ideal.
    Beijos e boa semana.

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  9. Vou responder com a ajuda de Fernando Pessoa: "Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram."
    Bem, na verdade, acredito que sejamos mesmo é nossa essência profunda, à qual nem sempre conseguimos atingir conscientemente. O mais é passageiro....

    Abraço.

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  10. Lindo sorriso!
    Linda mulher :)

    Creio que somos um mix

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