20 de fev de 2014

Os Cinco Maiores Arrependimentos Dos Que Estão no Final da Vida


Uma enfermeira americana que trabalha com Cuidados Paliativos (assistência a pacientes terminais) colheu depoimentos de seus pacientes sobre os principais arrependimentos que as pessoas têm no final da vida e publicou um livro.

São cinco os principais arrependimentos para a maioria das pessoas e estes foram comentados pela Dra. Ana Claudia Arantes, especialista em cuidados paliativos, neste vídeo produzido pelo Hospital Albert Einstein. 

Ana Cláudia e eu fomos colegas de classe na Faculdade; ela é uma pessoa linda.


O vídeo é curtinho, mas bem legal! Aproveite, assista e corrija sua trajetória, para ser feliz agora e não se arrepender depois







9 comentários:

  1. Maravilhoso Cris!! Bom retornar ao teu blog com este post!! Aliás preciso atualizar o meu! E ainda te contar que comecei a ler Mulheres que Correm com os Lobos por sua influência! rsrr. Beijos e "viver' para não gerar arrependimentos! ;-)

    ResponderExcluir
  2. A vida é um sopro... é muito curta para não se exercitar o perdão... Excelente vídeo.

    ResponderExcluir
  3. A vida é um sopro... é muito curta para não se exercitar o perdão... Muito bom o vídeo! Obrigada por compartilhar!

    ResponderExcluir
  4. Bom, taí... Eu nem preciso estar à beira da morte, já imaginava tudo isso. Sabe, uns anos atrás minha Lola tava prá prestar vestibular prá cursar Publicidade. Meu "Marildo" incentivava - apesar de não ser medicina, o top de linha na opinião dele. Minha filha desabafou comigo que queria fazer Artes Plásticas - e eu apoiei, apesar dos contras dos outros. Disse prá ela que se a gente trabalha no que gosta acorda animado, trabalha feliz e nem sente vontade de se aposentar. Que quem trabalha no que não gosta vê tudo como infelicidade, tristeza, leva a vida pesado.

    Na minha opinião a gente tem que ser feliz o máximo possível porque tá cheio de coisas ruins acontecendo contra a nossa vontade - então, no que a gente puder opinar, tem que escolher bem e certo, prá não se arrepender.

    Ser feliz é praticamente uma obrigação - o dom da vida não pode ser desperdiçado com lamúrias. Tem que se jogar naquilo que quer de braços abertos - se der errado, chora até gastar as lágrimas e recomeça. Se der certo, aproveita e brilha.

    Se não lesar ninguém, se não praticar o mal, toda felicidade é abençoada por Deus.

    (Tagarela eu, né?...)

    Beijos, Doutora querida1

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Há controvérsias, Doutora querida - tá cheio de gente que não gosta de mim... Quanto a usar trechos do meu comentário, é uma honra, nem precisa pedir...

      Retornando a falar da minha Lola - os anos de faculdade foram os mais felizes dela. Agora, procurar emprego, é outra história. Como tem gente que gosta de abusar dos outros, empregar escravos... Mas Deus tá tomando conta e a minha Lola é uma lutadora - vai ser feliz porque é uma lindeza, por dentro e por fora.

      Beijos!

      Excluir
  5. Pena que é só no fim da vida, já vi isso muitas vezes ,
    e não acredito mais no arrependimento de pessoas que estão se indo
    e resolvem abrir o coração naquela hora, uma vida inteira pra falar e espera só no final,
    é uma pena, tem caso na minha família que a pessoa está com uma grave doença e
    quando teve o diagnóstico , ficou como uma ovelha (querida) mas o tempo vai passando
    e de vez em quando o lobo ressurge.
    bjs
    http://eueminhasplantinhas.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  6. Nossa Cris, você me levou as lágrimas... Eu não precisei estar a beira da morte para me deparar com todas essas questões. Lembro-me perfeitamente que em setembro de 2009, ao receber o diagnóstico de câncer, ali mesmo minha vida começava a transformar-se. Revi muitos pontos, fiz reflexões, passei noites em claro, tive medo, chorei horrores, mas estive em paz comigo. Sabe Cris, eu sempre fui mal interpretada, justamente por ter escolhido viver minha vida fiel a mim mesma, buscando o que é melhor para mim, o que me faz feliz. Por isso sempre me tomaram como egoísta e insensível. Mas desde cedo eu aprendi que a vida é assim mesmo. Que eu sou a única responsável por mim e pelas alegrias ou infernos que permito me avizinhar. Entendi tudo de ruim que me aconteceu, e com o tempo percebi que as pessoas são passíveis de erros, e que para viver em paz é preciso perdoar. Não fosse isso eu teria sucumbido muito antes do câncer. Enfim, se fosse morrer hoje, talvez nem a ausência de minhas filhas eu questionasse, porque isso eu já faço todos os dias, e confesso que já aprendi a conviver com essa falta, e aprendi a aceitar. Cris, acho que somando tudo, e subtraindo tudo o que já perdi, mesmo assim me considero uma pessoa feliz comigo mesma, bem resolvida em tantos aspectos que eu pensai que jamais conseguiria, que acredito que eu vá partir em paz, sem mágoas, sem ressentimentos. Acho que é isso...
    Beijo amada e um lindo final de semana...
    Denise - dojeitode.blogspot.com

    ResponderExcluir